quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Dia 28 da improvável probabilidade.

Ao te avistar, avistei o que não precisava
Nesse dia...justo nesse dia...
Em que a mais remota probabilidade
Brinca comigo e me faz desabar.
Mais uma vez caio no abismo.
A escuridão que me cerca não abranda
Nem os mais terríveis pensamentos.

Tanto para lembrar e tanto para esquecer
Agora são outras canções e outros filmes
Em uma outra companhia, outro abraço.
Não comigo, não mais o meu...
Não terás mais o meu sorriso.
E eu prefiro fingir, fugir, correr
Ser covarde, whatever...

Aos poucos se acomodam os fatos.
Aos poucos vou desaparecendo.
Consumida bulicamente pela decepção
E por uma tristeza eterna.
Aos poucos vou sumindo
Até não sobrar sequer essência

Até a luz se apagar.


OBS: E eu continuo querendo morrer em uma batucada de samba...