segunda-feira, 15 de julho de 2013

O contrário de dentro.



Na serenidade...
Deixa estar.
Sem pressa e sem tempo marcado
Seguimos com nossas vidas
E não esperamos nada em troca.

Viver já é uma glória que precisa ser dominada.

Não quero estar atenta
E não quero mais servir.
Não quero precisar
Quanto ainda falta
Para eu voltar a sorrir.

Nossa história será registrada
Mas, não convém revirar páginas.
Preciso de outro espaço para
Escrever minhas memórias.

Meu amor agora será de lutas
Minha luta, nossa luta
A luta de um povo massacrado.
O quanto a minha consciência
Puder agüentar.

E se por acaso nossas vãs existências
Repletas de  juventude fresca
Se cruzarem nas multidões por aí
Veremos do que somos capazes.
Em território desconhecido.